Folha Econômica - 11/10/2008
por Catarina Cristo - 15/10/08, 21:10“Precisamos nos preparar para a gente comprar tudo o que a gente sonha comprar no Natal. E torcer para o Ano Novo ser infinitamente melhor”
Disse o presidente Lula.
Banco à brasileira
Em meio à quebradeira dos bancos internacionais, os bancários brasileiros seguem alheios à crise, com uma greve que parece desconectada do momento atravessado pela economia brasileira e mundial. Não que os bancários não tenham o direito de lutar por melhores salários em um setor onde as empresas somam, ano após ano, lucros que são contados aos bilhões. E a busca por melhores condições de trabalho, principalmente no que diz respeito à segurança, é mais do que justificada. Mas, em meio a uma crise sem precedentes no setor financeiro, parece ainda mais difícil conseguir qualquer avanço nas negociações com os bancos, que devem querer se proteger da escassez de recursos externos. Ainda mais se pensarmos que muitos dos bancos privados brasileiros têm controladores internacionais - caso do Banco Real, adquirido em 2007 pelo espanhol Santander. E, quando os bancários optam por enfrentar a população que tenta usar os caixas eletrônicos e proibir o acesso às agências, perdem a oportunidade de ganhar o apoio do povo, que sofre com serviços caros e longas filas nos bancos, pela melhoria do sistema bancário do Brasil.
Imóveis - As construtoras Cosil, sergipana, e MC Brasil, pernambucana, fecharam parceria no Recife para a construção de dois condomínios clube. Como não basta construir, é preciso vender, as empresas ampliaram as alianças. As imobiliárias Lopes Sérgio Miranda e Eduardo Feitosa serão as responsáveis pela comercialização do empreendimento.
Sem mandioca
O presidente Lula vetou o projeto de lei que autorizava a adição de farinha de mandioca à farinha de trigo e dava benefícios fiscais às empresas que aderissem ao programa. Mas o veto não tem nada de preconceito com a mandioca. Nordestino que é, o presidente é apreciador da boa e velha farinha seca, mas seguiu a recomendação do Ministério da Fazenda, que alegou dificuldades para fiscalizar a mistura e garantir justiça fiscal na distribuição dos benefícios.
Mercado
A TGI comemora, em outubro, seus 18 anos de atuação no mercado e com boas perspectivas. Só no último ano, a consultoria viu crescer em 20% seu número de clientes, que já chega a 150 ativos. Além do escritório do Recife, a empresa mantém uma sede no Rio de Janeiro.
Festa I
O Armazém Blu’Nelle apostou no bairro de Santo Amaro como nova rota dos eventos no Recife e montou estrutura para receber grandes celebrações. Funcionando na rua da Fundição há menos de um mês, a casa já gera 150 empregos diretos com sua operação.
Festa II
E é apostando nas confraternizações de fim de ano e no crescimento das empresas pernambucanas que a Anacrusa Produção de Eventos prevê crescimento no número eventos corporativos entre 15% e 20% este ano, em relação ao mesmo período do ano passado.
Curtas
Fiscal - Hoje, além de pais em busca dos presentes mais em conta para o Dia das Crianças, o comércio popular do Recife também terá fiscalização do Procon Pernambuco. O bairro de São José é o alvo da ação.
Forno - A Pizza Quantti reinaugura hoje sua unidade no Shopping Tacaruna, com nova logomarca e novo cardápio. As reformas consumiram R$ 210 mil de investimento e a empresa prevê aumento de 10% no faturamento com as novidades.
Móveis - A Movexpo será lançada oficialmente hoje, em festa na Cachaçaria Carvalheira, na Imbiribeira, a partir das 20h. A feira acontece de 12 a 15 de maio de 2009, no Centro de Convenções, e deve movimentar R$ 170 milhões em negócios.
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